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A Rinoplastia é uma das dez cirurgias mais realizadas no Brasil e no mundo. Milhares de pessoas recorrem ao procedimento para melhorar queixas ligadas à funcionalidade ou proporcionalidade nasal.
As técnicas são aprimoradas com o passar dos anos, visando sempre resultados mais naturais e satisfatórios. Geralmente, a cirurgia de nariz é procurada por quem deseja corrigir desvios de septo, sinusite crônica ou a hipertrofia dos cornetos, bem como mudar características externas como dorso alto ou muito baixo, largura nasal e ponta caída.
O médico especialista em Rinoplastia é o responsável por realizar a avaliação, levando em consideração as queixas trazidas pelo paciente, no ato da primeira consulta, seguido do planejamento cirúrgico.
Há casos, porém, em que o procedimento não pode ser realizado.
Você sabe quando isso acontece?
No artigo de hoje, separamos para você as ocasiões em que o cirurgião precisa (ou deveria) dizer não à realização da Rinoplastia.
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Existem algumas contraindicações absolutas para a realização da Rinoplastia.
– Quando é perceptível que o paciente está em busca do procedimento em virtude de pressão ou para agradar a terceiros;
– Quando, após a avaliação, chega-se à conclusão de que a Rinoplastia não consegue solucionar as queixas do paciente;
– Quando é entendido que o paciente não terá condições de seguir com os cuidados do pós-operatório de maneira adequada e não terá ninguém para auxiliá-lo a fazê-lo;
– Quando o paciente tem doença de pele ativa ou esteja passando por algum tratamento para neoplasias;
– Quando a paciente for gestante;
– Quando o paciente apresentar depressão, síndrome do pânico e ansiedade sem compensação;
– Quando houver quadros de doença cardíaca grave, doenças infecciosas ou diabetes ou pressão arterial descompensadas.
Além dessas, em outras ocasiões, o cirurgião deve avaliar de forma minuciosa, como por exemplo, quando se trata de uma Rinoplastia Secundária, ou seja, quando o paciente já passou anteriormente por outra Rinoplastia.
Por vezes, a estrutura nasal já se encontra muito alterada. E a recusa é indicada não só pela alta complexidade do procedimento, mas sim, para que se evite prejuízos maiores em relação à funcionalidade e a descaracterização do rosto do candidato.
Há casos em que a negativa da Rinoplastia não significa não poder alterar algum detalhe do nariz. Existem outras técnicas menos invasivas, como a rinomodelação, por exemplo, que podem melhorar os aspectos que são motivo de incômodo ao paciente. Ainda assim, uma avaliação se faz necessária.
Cabe ao cirurgião analisar o paciente como um todo. Tanto as condições físicas quanto as psicológicas devem ser levadas em consideração para que a cirurgia seja indicada e planejada. Se durante a análise for percebido que o procedimento pode trazer riscos maiores do que os benefícios que pode oferecer, o ideal é, de fato, não realizá-lo.
Escolher um profissional experiente e habilitado faz total diferença para que a saúde do paciente esteja em primeiro lugar. O cirurgião deve esclarecer de forma honesta todos os pontos que fazem da Rinoplastia desejada um procedimento não indicado, naquele momento, e o paciente, por sua vez, deve acatar as pontuações feitas pelo médico escolhido, pensando no seu bem-estar e na qualidade de vida.
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Dr. Ricardo Ferri – Otorrinolaringologista e Rinoplastia – CRMGO 9674 / RQE 4573
“A arte da rinoplastia não recai unicamente na maestria da técnica, mas também, e sobretudo, na habilidade de compreender os objetivos e as motivações de cada paciente.” – Dr. Ricardo Ferri
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